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SOBRE NÓS

Somos um escritório de arquitectura localizado em Silves que trabalha em várias áreas de intervenção, com predominância em programas de Habitação.
Os conhecimentos adquiridos ao longo de cada processo de trabalho permitem diferentes abordagens e uma maior capacidade de resposta personalizada em cada projecto.
Resultado desse processo, o conceito, a ideia e o enquadramento de cada proposta traduzem uma leitura histórica e contemporânea, tendo em conta o lugar, o cliente e as necessidades reais e conceptuais de cada obra.
Procuramos gerar espaços informais, inclusivos e heterogéneos, projectados numa poética em constante actualização, já que cada um de nós transporta consigo um arquivo de natureza profissional e pessoal, resultado do que se vê, da experiência e do sonho.

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OS PROJECTOS

O trabalho de um Arquiteto desenvolve-se por fases. Regra geral um projecto tem 6 fases podendo, contudo variar dependendo do grau de complexidade deste. A passagem à fase seguinte faz-se sempre depois da aprovação da fase anterior por parte do cliente.

Fase 1 . Definição do Programa / Proposta de Honorários
Fase na qual o Cliente e o Arquiteto discutem aquilo que vai ser projectado, por exemplo, quantos quartos, salas e demais requisitos programáticos, assim como condicionantes orçamentais. São analisados os constrangimentos legais e planos em vigor, como por exemplo o PDM [Plano Director Municipal]. É também nesta fase que se discutem os prazos de elaboração do projecto, constituição da equipa de projecto e demais condicionalismos do mesmo. Em paralelo, é apresentado pelo Arquiteto uma Proposta de Honorários e celebrado um Contrato escrito. O Cliente deverá entregar, nesta fase, o Levantamento Topográfico e/ou Geológico completo, bem como, se assim for o caso, o Levantamento Arquitectónico do existente.
Fase 2 . Estudo Prévio
É nesta fase que o Arquiteto desenvolve o conceito preliminar do Projecto, de acordo com o combinado na fase anterior. Normalmente, consiste na apresentação de desenhos a diferentes escalas. Alguns Arquitetos apresentam também maquetas de estudo e/ou simulações tridimensionais do proposto, de modo a facilitar a compreensão do mesmo por parte do Cliente. É nesta fase que se inicia o desenvolvimento dos Projectos de Especialidades, sob a coordenação directa do Arquiteto.
Fase 3 . Projecto Base / Pedido de Licenciamento
Fase onde o Arquiteto desenvolve o Projecto em conformidade com o estabelecido na fase anterior, preparando o processo de aprovação pela respectiva Câmara Municipal, bem como pelas demais entidades envolvidas no Licenciamento do mesmo, perante as quais o Arquiteto é o responsável técnico do Projecto de Arquitectura. Em simultâneo ou posteriormente ao Licenciamento do Projecto de Arquitectura, proceder-se-á à entrega dos restantes Projectos de Especialidades legalmente exigidos para aprovação.
Fase 4 . Projecto de Execução / Medições e Orçamento
Após a aprovação por parte da Câmara Municipal e demais entidades dos diversos Projectos [Arquitectura e Especialidades], o Arquiteto prepara o Projecto de Execução, apresentado sob a forma de peças escritas e desenhadas, de fácil interpretação por parte dos diversos intervenientes na sua materialização e onde se especifica todos os trabalhos necessários para a execução da obra (por exemplo, processos construtivos, materiais, carpintarias, etc). Em paralelo, inicia-se o processo de Medições e Orçamento, onde se discrimina todas as quantidades de materiais a utilizar, tipos de trabalho e forma de execução, de modo a poder aferir-se o valor da obra. É a partir destes dois documentos - Projecto de Execução e Medições e Orçamento - que se elabora o Caderno de Encargos, documento escrito que especifica as condições técnicas gerais e especiais de construção e vincula o Empreiteiro às demais condições da obra.
Fase 5 . Selecção do Empreiteiro
É nesta fase que o Cliente selecciona o empreiteiro da obra. O Arquiteto poderá colaborar com o Cliente nesta fase, auxiliando-o na análise da capacidade técnica dos diversos candidatos, bem como na análise do preço e prazo para a concretização da obra. Dever-se-á ter em consideração que nem sempre o preço é um factor determinante na adjudicação, mas sim a conjugação de um vasto conjunto de factores. É também nesta fase que se escolhe o técnico que irá ser responsável perante a Câmara Municipal, pela Direcção Técnica de Obra. Este é sempre nomeado pelo dono de obra [Cliente] e poderá ser um técnico pertencente aos quadros técnicos da empresa construtora, ou outra pessoa qualquer que o dono de obra entenda escolher, incluindo o autor do projecto.
Fase 6 . Assistência Técnica à Execução da Obra
Esta é a fase da materialização de todo o trabalho desenvolvido até ao momento. A certificação de que o seu Projecto é cumprido é uma obrigação e um dever do Arquiteto. Nesta fase, o papel do Arquiteto poderá compreender o esclarecimento de dúvidas de interpretação, prestação de informações complementares ao projecto por si elaborado, auxiliando o dono de obra na verificação da qualidade dos materiais e da execução dos trabalhos, o que não significa que o mesmo esteja obrigado ao acompanhamento da Obra. Tal situação deverá ser objecto de contrato entre as partes, na certeza porém de que é sempre vantajoso para o Cliente a contratualização do mesmo. O Arquiteto, enquanto autor do Projecto, não pode fiscalizar a sua obra.

Fonte: Trabalhar com um Arquitecto - Ordem dos Arquitectos - SRN

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